Tema da Exposição

O tema deste ano é “Energia Futura” e tem como grande objectivo conhecer o estado da energia e apresentar soluções e tecnologias inovadoras que permitam o seu desenvolvimento sustentável no futuro, para todas as gerações. O tema global desdobra-se em três subtemas que serão endereçados pelos países presentes: “Redução de Emissões de CO2”, “Eficiência Energética Viva” e “Energia para todos”. Este último será o tema do pavilhão de Angola.

Os organizadores da Expo 2017 esperam mais de 5 milhões de visitas durante os 93 dias de duração.

Conceitos Chave

Os conceitos-chave da exposição deste ano derivam da utilização da energia num contexto ligado ao desenvolvimento sustentável ao nível sócio-económico e ambiental.

Sócio-económico:

• Promoção de energia renovável e outras alternativas energéticas
• Eficiência energética e consumo responsável
• Electrificação do transporte
• Acesso universal a energia limpa
• Seguranca energética
• A inseparabilidade da energia e da matéria, da vida e dos seres-humanos

Ambiental:

• Recursos energéticos fósseis, limitados e altamente poluentes em seu uso como principal fonte de energia eléctrica
• Aquecimento global e mudanças climáticas
• Poluição e seus riscos para a saúde
• Redução do consumo de combustível fóssil e emissões de CO2 

Dedicar uma Exposição Internacional ao tema da Energia do Futuro implica pensar num tema básico para a nossa existência e fundamental para a salvaguarda e a melhoria da nossa qualidade de vida. As fontes de energia convencionais que aquecem as nossas casas e iluminam as cidades estão a desencadear incerteza e alarme devido à sua erosão, viabilidade futura e preocupações ambientais e de saúde. Não é apenas natural, mas necessário, para um evento como a Astana EXPO 2017 abordar as possibilidades da “Energia do Futuro” num esforço para promover os planos de acção mais adequados e viáveis ​​orientados para a sustentabilidade.
A EXPO Astana 2017 irá ajudar-nos a olhar para a energia a partir de um ponto de vista comum e global que tem em conta os desafios e preocupações enfrentadas pela humanidade, salvaguardando a nossa saúde e o ambiente, e ao mesmo tempo impulsionando o desenvolvimento económico e social.
Este equilíbrio depende de muitos elementos e é responsabilidade de todos.

Países Participantes

Uma volta ao Globo, sem sair de Astana. Estes são os 48 países participantes na Exposição.

AUSTRIA
AZERBAIJAN
ALGERIA
ANGOLA
ARGENTINA
BELARUS
VATICAN
THE UNITED KINGDOM
HUNGARY
VIETNAM
GERMANY
GREECE
GEORGIA
ISRAEL
INDIA
JORDAN
 
IRAN
SPAIN
ITALY
QATAR
CHINA
KOREA
LATVIA
LITHUANIA
LUXEMBOURG
MALAYSIA
MONACO
THE NETHERLANDS
THE UAE
PAKISTAN
POLAND
RUSSIA
ROMANIA
SAUDI ARABIA
SERBIA
SINGAPORE
SLOVAKIA
THE USA
THAILAND
TURKMENISTAN
TURKEY
UZBEKISTAN
FINLAND
FRANCE
CZECH REPUBLIC
SWITZERLAND
SRI LANKA
JAPAN

Dias Nacionais:

Ao longo da Expo será dedicado um Dia Nacional a cada país participante. Esta é uma forma de promover o intercâmbio entre nações e celebrar as diferentes culturas. Consulte o Calendário dos Dias Nacionais.
10 Junho – Cerimonia de Abertura
12 Junho – Republica do Cazaquistão
13 Junho – Nações Unidas (UN)
14 Junho – Austria
15 Junho – Ucrânia
16 Junho – África
20 Junho – Finlândia
21 Junho – França
22 Junho – Holanda
23 Junho – Lituânia
25 Junho – Principado do Mónaco
26 Junho – Reino Unido e Irlanda do Norte
27 Junho – Djibouti e Catar
28 Junho – Sérvia
29 Junho – Israel
30 Junho – Congo e Geórgia
1 Julho – União das Comores
3 Julho – Egipto
4 Julho – Argélia e Estados Unidos da America
5 Julho – China
6 Julho – Cidade de Astana
7 Julho – Ilhas Salomão
9 Julho – Azerbaijão e Letónia
10 Julho – Malásia
11 Julho – Organização para a Cooperação do Desenvolvimento Económico
12 Julho – Gana e Alemanha
13 Julho – Burkina Faso
14 Julho – 11 países das Caraibas
15 Julho – Republica Checa e Organização de Cooperação de Shanghai
16 Julho – Arábia Saudita
17 Julho – Espanha
18 Julho – Eslováquia
19 Julho – Coreia
20 Julho – Sri Lanka
21 Julho – Belgica
22 Julho – Japão
23 Julho – Brasil e Papua Nova Guiné
24 Julho – Roménia
25 Julho – Singapura
26 Julho – Cuba
27 Julho – Jordânia
29 Julho – Angola
31 Julho – Lesoto
1 Agosto – Gâmbia
4 Agosto – Irão
5 Agosto – Tonga e Uzbequistão
6 Agosto – Bolívia
10 Agosto – Turquia
11 Agosto – Suiça
12 Agosto – Tailândia
14 Agosto – Paquistão
15 Agosto – India
16 Agosto – Fiji e Bielorrússia
17 Agosto – Samoa
18 Agosto – Madagáscar e Hungria
19 Agosto – Afganistão
24 Agosto – República da África Central
26 Agosto – Serra Leoa
29 Agosto – Vietnam
30 Agosto – Dia da Constituição do Cazaquistão
31 Agosto – Quirguistão
2 Setembro – Honduras e Santa Sé
3 Setembro – Guatemala
4 Setembro – Tuvalu
5 Setembro – Itália
6 Setembro – Emirádos Árabes Unidos
7 Setembro – Polónia
8 Setembro – Russia
9 Setembro – Bureau Internacional de Exposições
10 Setembro – Cerimónia de Encerramento

A CIDADE DE ASTANA

Astana, Républica do Cazaquistão

Em 1997, o presidente da República do Cazaquistão, Nursultan Nazarbayev, sugeriu mover a capital de Almaty para Akmola. Esta decisão baseou-se na importante localização geopolítica da cidade no centro do Cazaquistão e no continente euro-asiático, bem como na disponibilidade de infra-estruturas de transportes e comunicação. A nova localização da capital também foi escolhida para a disponibilidade de espaço e terra que permitiria que a cidade se desenvolvesse.
Em 1998, a nova capital passou a chamar-se “Astana”, que significa “Capital” na língua Cazaque.

Em julho de 1999, Astana recebeu um prémio da “cidade pela paz” da UNESCO. A nova capital tem todas as características fundamentais para se tornar uma das 30 melhores cidades do mundo.
A capital cresce e muda continuamente, tornando-se cada vez mais atraente tanto para o povo do Cazaquistão como para os visitantes estrangeiros. A sua arquitectura moderna, que combina as melhores tradições europeias e orientais, reflecte plenamente o papel da nova capital como um centro económico, político e cultural.

Os melhores arquitectos do mundo

O conceito arquitectónico da cidade baseou-se na ideia do presidente Nursultan Nazarbayev de que a cidade deveria ter uma perspectiva euro-asiática. O autor do plano geral de Astana foi o famoso arquitecto japonês Kisho Kurokawa, que desenhou o museu Van Gogh em Amsterdão, o Aeroporto Internacional de Kuala Lumpur e o museu etnológico nacional de Osaka.
Os conjuntos arquitectónicos criados de acordo com o design geral da Kurokawa combinam design moderno e sabor oriental. Isso torna a cidade única. A beleza e a altura dos edifícios na cidade são comparáveis ​​com Tóquio, Nova York e Dubai.
Norman Foster projectou e construiu a única Casa das Religiões do Mundo de Astana, o Palácio da Paz. A equipa do arquitecto também construiu o novo centro de entretenimento da capital, o “Khan Shatyr”.

A população de Astana

Hoje Astana cobre uma área de 710,2 km quadrados com uma população de mais de 700 mil pessoas. Uma cidade que oferece boa educação e boas perspectivas de emprego. O rápido crescimento da população deve-se, acima de tudo, ao fluxo migratório de especialistas altamente qualificados entre os 20 e os 45 anos. Segundo as autoridades municipais, o salário médio corresponde ao salário médio nas regiões de petróleo e gás do país, enquanto a taxa de desemprego é uma das mais baixas no Cazaquistão. As altas taxas de nascimento e casamento também contribuíram para o desenvolvimento natural da Astana.
Astana é um importante centro cultural e científico no Cazaquistão. É sede da Academia Nacional de Ciências, universidades, Biblioteca Nacional, Museu Nacional, galerias de arte modernas, Centro de Tecnologias Sociais e Económicas, centros de negócios, parques infantis e diversões aquáticas.
Astana espelha as realidades de uma cidade multinacional e cosmopolita: representantes de todas as raças e religiões vivem e trabalham em conjunto. A cidade tornou-se numa plataforma para a realização de fóruns públicos dedicados à cooperação inter étnica e inter religiosa.

ENERGIA PARA TODOS